Divisão de Honra
SL Marinha 2: Makê, Luís Pedro, Gonçalo Santos, Flávio Pedrosa, João Teles (André Bujaca, 69'), Juninho, Fred Machado (c), Simão Carvalho, Hugo Almeida (Bruno Nazaré, 81'), Simão Medina, Francisco Marques (Francisco Nhaga, 85').
Não utilizados: Enzo Subtil, Guilherme Fernandes, Frederico Cabral, Lourenço Valinha.
Treinador: Vítor Cruz Duarte.
SCE Bombarralense 1: Luís Lopes, Guilherme Santos (Guilherme Santos, 70'), Tiago Paixão, Luís Duarte, Ricardo Gata (Gonçalo Duarte, int.), Marcelo Santos (c) (Lourenço Antunes, 72'), Mauro Ferreira, Tomás Silva, João Rodrigues (Diogo Zovo, 70'), Fábio Manuel (Diogo Lira, 68'), Arnaldo Ferreira.
Não utilizados: Nuno Dias, Daniel Santos, David Sil, Rafael Roque.
Treinador: André Purificação.
Campo da Ordem, na Marinha Grande.
Árbitro: Rafael Jorge.
Auxiliares: Pedro Silva e Gonçalo Tiago.
Ao intervalo: 1-0
Marcadores: 1-0 Fred Machado (25'), 1-1 Arnaldo Ferreira gp (54'), 2-1 Simão Medina (79').
Acção disciplinar: Amarelo a Arnaldo Ferreira (45'), Tomás Silva (48'), Makê (53'), João Rodrigues (69').
No jogo que marcou o regresso de Vítor Cruz Duarte ao comando do SL Marinha, a equipa da casa superiorizou-se ao SCE Bombarralense e venceu por 2-1.
O jogo começou numa toada equilibrada e sem nenhuma das equipas a conseguir superiorizar-se à outra. Muita luta, muita intensidade de parte à parte, mas a bola sempre longe das balizas. Praticamente só aos 21' vai surgir o primeiro remate à baliza, num remate para fora de Simão Medina. Mas ficava o aviso, e pouco depois, aos 25' o SL Marinha vai mesmo chegar ao golo. E que golo, num remate fantástico do capitão Fred Machado, sem qualquer hipótese de defesa para o experiente Luís Paulo. Após o golo, o jogou voltou a cair na mesma toada equilibrada, bola cá, bola lá, mas novamente com muito poucos lances de perigo, pelo que o 1-0 não se alteraria até ao intervalo.
Em desvantagem na partida, o SCE Bombarralense entrou na etapa complementar à procura do empate, e logo aos 54' vai beneficiar de uma grande penalidade, num lance em que Rafael Jorge considera que Makê atinge Arnaldo Ferreira numa saída a uma bola. Na marcação da mesma, Arnaldo Ferreira não desperdiça e faz o 1-1 na partida. O jogo estava agora novamente empatado e sentia-se que podia cair para qualquer um dos lados. Por um lado, o SL Marinha, com jogadores muito rápidos e irreverentes no seu ataque, frente a uma equipa do SCE Bombarralense mais forte fisicamente, muito experiente, e que ia procurando controlar os tempos da partida. Mas o jogo acabou mesmo por cair para os homens da casa e claro está, que foi mesmo num lance de muita irreverência, com Simão Medina a ter um excelente movimento individual na esquerda, foi com tudo e só parou quando a bola se aninhou no fundo da baliza de Luís Paulo. Estava feito o 2-1, que viria a ser o resultado final da partida.
Num jogo em que o empate não escandalizaria ninguém, ainda assim a vitória do SL Marinha justifica-se em pleno, pois foi a equipa que mais perigo criou ao longo da partida e que mais vezes esteve perto do golo, perante uma boa equipa do Bombarralense, que mostrou o porquê do bom campeonato quer está a realizar, e que mesmo quando estava em desvantagem, nunca se desuniu e mostrou sempre saber ao que vinha.
Quanto à arbitragem de Rafael Jorge, tarde tranquila, apenas com um caso relevante para análise, a já falada grande penalidade a favorecer o SCE Bombarralense. Mas mesmo aí, é um lance de muito difícil análise, e mesmo que tivéssemos hipoteticamente recurso ao VAR, continuaria a ser um lance que iria dividir opiniões, pelo que se aceita a sua decisão.
Diário de Leiria, 26 novembro 2025

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